Felipe Hubner, Nível IV CME, realiza formações e estágio clínico no Brasil
Terapeuta CME Nível IV, Felipe Hubner inicia uma nova etapa profissional no Brasil, conduzindo suas primeiras formações CME Nível I e acompanhando estágio clínico supervisionado.
Algumas conquistas profissionais não representam apenas a conclusão de uma etapa.
Elas mudam o lugar que o profissional passa a ocupar dentro de uma trajetória.
Para o terapeuta Felipe Hubner, alcançar o Nível IV no Cuevas Medek Exercises (CME) significou exatamente isso.
Depois de anos dedicados à formação, prática clínica, estágios, avaliações e aperfeiçoamento técnico, Felipe iniciou uma nova fase dentro do método: passou a atuar também na formação e no acompanhamento de outros terapeutas.
E os primeiros capítulos dessa etapa já começaram a ser escritos no Brasil.
Além de realizar suas primeiras formações CME Nível I, Felipe também conduziu estágio clínico supervisionado, acompanhando uma terapeuta que já se encontra em uma etapa posterior de desenvolvimento dentro do método.
Dois momentos diferentes da formação CME acontecendo sob a orientação de um mesmo instrutor — e que mostram, na prática, o significado de chegar ao Nível IV.
Do terapeuta ao instrutor CME
A formação profissional no Cuevas Medek Exercises é construída de maneira progressiva.
Cada nível acrescenta conhecimento, exercícios, experiência clínica, raciocínio terapêutico e exigência técnica.
Para chegar ao Nível IV, o profissional percorre uma longa jornada de preparação, incluindo os níveis anteriores, avaliações e novos estágios clínicos supervisionados. Dentro da estrutura oficial da formação, o Nível IV representa o grau mais elevado de formação clínica e habilita o profissional a atuar oficialmente como instrutor do método.
Essa certificação, portanto, não representa apenas uma conquista pessoal.
Ela traz uma nova responsabilidade:
participar da formação dos profissionais que darão continuidade ao CME.
E foi exatamente isso que Felipe começou a vivenciar.
Formação CME Nível I: onde novas trajetórias começam
Para algumas das terapeutas acompanhadas por Felipe, esse encontro representou o início da caminhada dentro do Cuevas Medek Exercises.
O Nível I é a formação inicial do CME.
É nele que o profissional começa a estudar os fundamentos históricos e conceituais do método, conhece a escala de avaliação CME, entra em contato com diferentes exercícios e inicia o desenvolvimento da destreza necessária para sua aplicação.
É uma primeira etapa, mas uma etapa fundamental.
Porque antes de avançar para exercícios mais complexos e níveis superiores, existe uma base técnica e conceitual que precisa ser construída.
Agora Felipe passa a participar diretamente dessa construção.
Ele deixa de ocupar somente a posição daquele que aprendeu, praticou e avançou dentro do CME para também assumir a missão de ensinar os primeiros fundamentos a novos profissionais.
Estágio clínico: um novo nível de acompanhamento
Mas os registros dessa nova fase profissional de Felipe não ficaram restritos aos cursos Nível I.
Entre as atividades realizadas também esteve o acompanhamento de estágio clínico supervisionado.
E existe uma diferença importante entre esses dois momentos.
Enquanto o Nível I introduz o profissional ao método, o estágio clínico acontece em uma etapa de aperfeiçoamento.
Dentro da estrutura oficial da formação CME, os estágios supervisionados fazem parte do processo de evolução entre os níveis e são acompanhados diretamente por um instrutor CME. Seu objetivo inclui ampliar o repertório de exercícios, aprofundar a análise clínica e aprimorar a qualidade técnica da chamada “mão CME”.
É quando aquilo que foi aprendido começa a ser observado com ainda mais profundidade dentro da realidade clínica.
O terapeuta precisa desenvolver não apenas a capacidade de executar um exercício, mas de compreender quando utilizá-lo, por que escolhê-lo e como conduzi-lo com precisão.
E o papel do instrutor torna-se essencial nesse processo.
Observar.
Corrigir.
Demonstrar.
Questionar.
Aprimorar detalhes.
Compartilhar raciocínio clínico.
Porque dentro de uma formação progressiva, evolução técnica não acontece apenas pela repetição.
Ela acontece também pela qualidade da supervisão.
Dois momentos da formação. Uma mesma responsabilidade.
Essas primeiras experiências de Felipe como instrutor mostram algo especialmente interessante.
De um lado, terapeutas começando sua história dentro do CME através do Nível I.
Do outro, uma profissional que já avançou em sua formação buscando aperfeiçoamento através de um estágio clínico.
Início e continuidade.
Formação e refinamento.
Conhecimento e experiência clínica.
São etapas diferentes, mas fazem parte da mesma estrutura.
E agora Felipe passa a ocupar um lugar importante nas duas.
Quando conhecimento começa a se multiplicar
Existe um simbolismo especial nesse momento para o CME no Brasil.
Todo instrutor, antes de ensinar, também foi aluno.
Também precisou aprender uma tomada.
Também teve exercícios corrigidos.
Também passou por avaliações.
Também realizou estágios.
Também precisou desenvolver sua destreza e seu raciocínio clínico.
Felipe percorreu esse caminho.
Chegou ao Nível IV.
E agora começa a fazer por outros terapeutas aquilo que outros profissionais fizeram durante sua própria formação: acompanhar o processo de crescimento profissional.
Por isso, essas primeiras formações e esse estágio clínico representam muito mais do que novos certificados.
Representam continuidade.
Uma nova geração começa a aprender enquanto outra continua avançando.
E um profissional que durante anos esteve construindo sua própria trajetória passa a ajudar outros terapeutas a construírem as deles.
Para o Centro CB, esse é um momento que merece ser registrado.
Porque o crescimento do CME não acontece somente quando novos profissionais entram no método.
Ele também acontece quando profissionais altamente capacitados chegam ao ponto de formar, supervisionar e contribuir para o desenvolvimento técnico daqueles que vêm depois deles.
O Nível IV marcou uma conquista importante na trajetória de Felipe Hubner.
Agora, suas primeiras formações CME Nível I e o acompanhamento de seu primeiro estágio clínico mostram algo ainda mais significativo:
um novo capítulo dessa trajetória já começou.

